sexta-feira, 16 de abril de 2010

Pipoca e suco

Dia desses assisti um filme... Nome Próprio é o título. Na verdade, assisti esse filme por alguns dias, pois tive várias questões a resolver, e enquanto não resolvi, pelo menos algumas, continuei assistindo, por isso, fui aos poucos tbm escrevendo. Hoje resolvi postar. Antes de tudo, minha maior impressão foi a de que Nome Próprio é um filme sobre a paixão. Primeiro a paixão pela escrita, depois pelo resto. A paixão encarnada em um jovem mulher, transbordante e avessa aos limites. LIMITE!!!! O que é lógico e conseqüente, pois esse é ao longo de toda a história da humanidade o problema dos indivíduos: construir seus limites. A "palavra" é um limite - quando escrevemos algo, estamos fazendo uma opção por um significante/significado, (entenderá melhor, quem já estudou o estruturalismo linguistico de Saussure), portanto, excluindo todos os outros. Uma narrativa é um limite, pois exclui outras. Experimentação de limites - quem não se defronta com essas questões não faz arte. Pois ARTE é avessamento. É atravessar a fronteira do lugar comum.

Lembramos com Foulcault que não existe sujeito nem sexualidade universal, e que os "discursos" sobre o sujeito e sobre o sexo são produções determinadas historicamente

É Freud que no final do século 19 postula que sexualidade é prazer. Mas diz que só há um sexo: o masculino. Portanto, mulher com muito desejo é histérica, mulher com muita vontade própria é uma "mala". Mulher que é mulher cuida da casa, dos filhos e de noite é uma gueixa. Perfumada e silenciosa. Só que não goza. Gozo, prazer, é visto como excesso, em ambos os sexos. Hedonismo. Somente a 50 anos atrás, por causa de um evento desejado pelo homem: o controle da natalidade - com a invenção da pílula - a mulher consegue finalmente sua tardia liberdade sexual. Ela enfim tinha um órgão sexual livre do estigma da reprodução e que pode ser usado exclusivamente para seu prazer.
Pobres senhores, pois com a liberação sexual da mulher, ela deixa de ser ou reprodutora ou cortesã e passa a ser mulher, essa é a grande transformação do final do século XX - o papel psico-social da mulher e uma mudança fundamental do papel dessa mulher na relação homem/mulher em quaisquer dos campos da manifestação humana. Em vez do grande embate entre capitalismo/comunismo esperado para a segunda metade do século XX, o que aconteceu como mudança radical foi o da "ontologia" feminina.
Pelo que parece, a Camila, personagem do filme, é filha da mulher liberada dos anos 70. Ela nasce e cresce consciente de seu corpo e principalmente das suas idéias e seus pensamentos. Camila não tem problemas com isso. Ao contrário, vive-os, e muito a fundo. Camila não gosta de levar cantadas idiotas, fica irritada com esse clichê masculino, "a cantada". Porque a mulher agora não pode escolher?
Camila transborda na exposição de suas contradições para afirmar sua feminilidade contemporânea. Em seu rito apaixonado de procura por contorno e apego, ela procura apego no chão. Procura descobrir os limites de sua feminilidade em seus ritos mais desesperados de
afirmação. Camila é egocêntrica. Claro que é. Se não for egocêntrica será o quê? Todos começamos nossa jornada egocêntricos. O mundo e a civilização se constrói no embate do egocentrismo com o real. O egocêntrico que não se relaciona com o real morre. É simples assim, morre. Camila sobrevive. É egocêntrica. Mas, devemos ter mais cuidado com os seres que não tiverem em seu ego o seu território bem demarcado. Esse é o perigo do altruísmo. Do bonzinho... O bem e o mal estão dentro. No ser. Portanto cuide do seu ser.
"Nome Próprio" trata de um rito de passagem, de um processo, de uma construção de narrativa. Essa narrativa fugiu do banal e embarcou num processo de tentar dar conta da procura de um corpo. Do corpo da escrita feminina e do feminino como criação do novo. Isso torna sua personagem quase que insuportável para as mentes de seres mais opacos.

Foi bom o filme... eu gostei.

quinta-feira, 8 de abril de 2010

Normal, às vezes.

Meu Deus, tenho visto... o mundo é cheio de gente horrível, interesseira, louca, sem caráter. Acho tudo muito esquisito, me sinto super normal às vezes. Mas não sei se o certo seria eu me sentir normal ou anormal. Tenho andado confusa... Acho q isso é um pouco culpa sua, César! A gente não poderia viver muito perto mesmo não. Tem coisas que são muito intensas e certas ao mesmo tempo para não serem dosadas. Têm sido importantes e necessárias todas as conversas, todas as cervejas, todas as vodkas, todos os vinhos, todos os delírios, todas as noites, todas as tardes, todos os cafés, todos os filmes, todas as músicas, todos os risos, todos os choros, todas as palavras, todos os momentos. Vou sentir uma saudade danada!




Amo vc! Por tudo, e especialmente, pq a gente dança na sala aqui de casa, pq vc me faz rir, descontroladamente , me deixa felizassa, achando que mesmo com tudo estranho, às vezes a vida é boa e dá tudo certo


Bjo, meu amigo!

terça-feira, 26 de janeiro de 2010

Brasil, um país de tolos!

Vejam o que Danilo Gentili, do CQC, escreveu a respeito da piada de Robin Williams sobre o RJ e sua escolha como cidade-sede das Olimpíadas de 2016, no programa do David Letterman.

"HÁ, HE, HI, ROBIN WILLIAMS



Uns anos atrás os Simpsons vieram pro Brasil. Homer foi sequestrado. Bart ficou excitado com a loira de shorts enfiado na bunda que apresentava um programa infantil na TV. O menino pobre que a Lisa ajudou não tinha o que comer mas estava muito feliz desfilando no Carnaval.
Esses dias Robin Willians falou o seguinte: "Claro que o Rio ganhou de Chicago a sede das Olimpíadas. Chicago levou Michele e Oprah e o Rio levou 50 strippers e 500g de cocaína".
Eu ri!
Advogados, autoridades e populares se revoltaram nos dois casos. Eles não se revoltam, não se mobilizam, não processam, não abrem inquéritos, não fazem passeatas quanto ao sequestro, pouco importa a loira vagabunda apresentadora de programa infantil, a idiotice do carnaval, o tráfico de drogas e a prostituição que acontecem na vida real bem debaixo dos nossos narizes.
Eles se revoltam só quando usam isso pra fazer piada. A piada realmente boa sempre ofende alguns e mata de rir outros por um motivo simples: A boa piada sempre fala de uma verdade.
Num País onde aprendemos a mentir, enganar, roubar, tirar vantagem desde cedo a verdade não diverte. Assusta. O cara engraçado pro brasileiro é sempre aquele que fala bordões manjados, dá cambolhatas no chão em altas trapalhadas, conta piadas velhas, imita o Silvio Santos e outras personalidades ou faz um trocadilho bobo mostrando ser um ignorante acerca dos assuntos. Esses bobos passivos nos deliciam porque nào incomodam ninguém! Um cara que faz um gracejo com uma verdade inconveniente pro brasileiro é como o alho pro vampiro. Merece ser execrado.
O brasileiro é uma gorda de 300 quilos que odeia ouvir que é gorda. Ela faz um regime pra parar de ouvir isso? Não! Regime e exercicio dão muito trabalho. É mais fácil ir ao shopping, comprar roupa de gente magra, vestir e depois acomodar a bunda na cadeira do McDonalds. O problema é que nem todo mundo é obrigado a engolir que aquela fabrica de manteiga é Barbie, só porque está com a roupa da Gisele Bundchen. Então é inevitável que mais hora menos hora alguém da multidão grite: "Volta pro circo!" ou "Minha nossa! É o StayPuff com o maiô da Dayane dos Santos?". Então a gorda chora. Se revolta. Faz manha.. Ameaça. Processa. Porque, embora ela tenha tentado se vestir como uma magra, no fundo a piada a fez lembrar que ela é mais gorda que a conta bancária do Bill Gates. A auto-estima dela tem a profundidade de um pires cheio de água.
Ao invés de dizer que "Robin Williams tem dor de corno", prefeito do Rio, vá cuidar primeiro da sua dor de mulher de malandro. Sabe? Mulher de malandro, sim, aquela que apanha, apanha, apanha mas engole os dentes e o choro porque acha que engana a vizinha dizendo: “Eu tenho o melhor marido do mundo”.
Advogados. Vocês já são alvos de piadas por outros motivos. Já que se incomodam com piadas evitem ser alvos de mais algumas delas não processando Robin Williams. Em vez de processo, envie pra ele uma carta de gratidão. Pense que ele estava num dos melhores programas de TV do mundo e só falou de puta e cocaína. Ele poderia ter falado por exemplo, que o turista que vier pra Olimpíadas se não for roubado pelo taxista, o será no calçadão.
Poderia também ter dito que o governo e a polícia brasileira lucram com aquela cocaína do morro carioca que ele usou na piada. E se ele resolvesse falar algo como: “As crianças do Brasil não assistirão as Olimpíadas porque estarão ocupadas demais se prostituindo” ?
Ah... E se ele resolvesse lançar mais uma piada do tipo: “Brasileiro é tão estúpido que se preocupa com o que um comediante diz, mas não se preocupa com o que o político em quem ele vota faz...”.
Enfim... são muitas piadas que poderiam ter sido feitas. Quem é imbecil e se incomoda com piada, não seja injusto e agradeça ao Robin Williams porque ele só fez aquela. E depois brasileiro insiste em fazer piada dizendo que o Português é que é burro."

Lets, minha amiga, obrigada por existir rsrs sempre sacundindo as mentes das gentes! Me mande sempre textos assim, eu adorei este e aquele sobre o preconceito tbm... quanta hipocrisia é essa tal coisa de ser politicamente correto. As vezes acho que ser policamente correto é preguiça de pensar (e agir) por si mesmo e ter que aguentar as consequencias disso.

Beijo grande, queridona! E vamos treinando sempre, pra ver se a gente consegue aprender a ser menos tolos.


segunda-feira, 16 de novembro de 2009

Há bem mais sóis crestando entre as estrelas...

No infinito , do vão do espaço, se espaça o tempo,
não há cansaço ! No infindo imenso de um tempo aço, se espessa o vão que liberta o traço, forte num abraço !
Há muito mais do que esperamos ser, tem mais além de onde podemos ver ... Mais muito há do que pensamos ter, além do mais do que queremos crer !
Há bem mais sóis crestando entre as estrelas ! Vamos andando por aí ...
Brilhar é o espaço siderar !
Há bem mais sóis ...
Há bem mais sóis, crestando entre as estrelas.



Confusos, tentamos vê-las! Confusos, tentamos tê-las ! Confusos, tentamos ser: As estrelas !!!

( música maraviloooooosa do Mestre Ambrósio)





Apresentação do Grupo Flor de Batuque,


com fugurino da Nega Fulô hihihi


Lindas as meninas-flores!!!










Que a semana seja de muitos sois... crestando entre as estrelas!

... e muitas flores, e muitas alegrias!












domingo, 1 de novembro de 2009

É, EU CORRO O RISCO!!!

" Se vc nunca sentiu medo, vergonha ou dor é pq nunca correu riscos!"
De vez em quando essa sorte do dia aparece no orkut nosso de cada dia rsrs E convenhamos... ela faz o maior sentido. Pelo menos pra mim q morro de vergonha de um monte de coisa q quando vou ver já fiz e não tem mais jeito... pessoas impulsivas, tomadas pela emoção do momento, movidas pelo ímpeto vibratório das sensações repentinas costumam sentir vergonha. Eu sinto!

Sobre o medo, quando ele aparece, me faz pensar, principalmente a noite, antes de dormir. É desafio pra enfrentar, obstáculos pra superar, atitudes pra tomar.... O medo vive rondando. Mas a covardia, não!!!! Alguém tem idéia da etmologia da palavra covarde? Dei uma olhada agora, pra poder escrever sobre isso, e descobrri que vem do francês antigo, coart, hoje couard, ou cauda arqueada - o popular rabinho entre as pernas. A gente leva uma bordoada daquelas da vida e fica assim, igual a um cachorrinho, com o focinho pra baixo e o rabinho encostado na barriga. Além de ficar com um baita medo de erguer a cabeça outra vez. Vai que lá vem bordoada de novo... Acho que é assim que estagnamos. Portanto, cuidademos do nosso medo, ou ele pode nos vencer!
Já em relaçõa a dor, essa, graças ao bom Deus, não é uma constante, mas é claro, inevitável, principalmente pra quem "corre o risco".

Quem corre o risco, sabe que tem q ter a alma limpa e o coração valente. Depois é só ir "fondo" e pronto! Ir fondo???? Calma, deixa que eu explico: - Dizem q essa expressão, "fondo", surgiu com o Garrincha. Não sou especialista em assuntos esportivos, mas me contaram uma vez, que depois de uma brilhante partida, daquelas em que o jogador fez uma sucessão de dribles absolutamente fantásticos e geniais, um repórter de campo, daqueles bem chatinhos, queria que ele explicasse com todos os detalhes como ele tinha relizado tais grandes feitos. E o jogador meio encabulado, explicou: "Olha, eu não sei bem direito, só sei que eu fui fondo, fui fondo, fondo, até que consegui fazer o gol..."

Eu acho q coragem é assim, é quando a gente vai fondo rsrs

Não importam as dificuldades e as chateações, o negócio é ter certeza de que o caminho é seguir em frente, e que se a gente for pra valer, mesmo com muito medo, esse vai ser o melhor caminho.







"É, eu corro o risco" é o blog do Guto. Que eu adoro!

Pq ele é bem humorado, pq ele inventa, pq ele é leve,

pq seus desenhos falam e riem. Beijo pra ele!


Esse post é pra mim mesma rsrs (sério) e pra minha amiga Andréia, que não vai escapar dessa. Andréia, minha amora, vc vai ter que correr o risco! Bjo no seu coração!

segunda-feira, 19 de outubro de 2009

Tempos Modernos... cansei!!! (mesmo!)

Acabo de chegar em casa elééééétrica, depois de uma segunda feira inquieta... Vejam bem a situation: Pra começar é segunda-feira, e isso basta, imagina então, depois de uma semana de saco cheio(cheio não, lotado, transbordante), e primeiro dia de horário de verão ainda por cima! Morri de sono o dia inteiro, e pra conseguir existir hoje, tive que tomar baldes de café, e foi assim, movida a muita cafeína que conseguir sobreviver. Resultado: um zumbi elétrico, insone, sonhando com uma banheira de diva pra afundar no meio da espumar tomando muuuuuuita champangne!!!



É verdade! CAN-SEI! Há tempos que tenho me sentido o verdadeiro Carlitos em "Tempos Modernos", sendo devorado pela crise "financeiro-emocional-político-moderna e etcteriana" vivida pelas pessoas nos dias de hoje. "Tempos Modernos" é um filme engraçado, mas não é alegre. Nessa obra prima do cinema mundial, Charles Chaplin descreve a profunda melancolia da vida moderna com boas doses de humor provocadas por seu personagem Carlitos.


O relógio, ícone dos dias atuais, "corre corre corre" empurrando o tempo para frente. Os homens enlouquecidos, voam atrás do tempo que não desejam perder. O tempo, rindo de toda essa bobagem, passa ainda mais rápido, deixando os pobres a comer poeira! Enfim, o fato é que nessa eterna luta contra o tempo, os seres humanos desgastam suas relações interpessoais, tornando-as cada vez mais frias, duras e impessoais, merglhadas no pensamento egoísta da época moderna. A rapidez é essencial na vida desses seres modernos. O tempo, sarcasticamente continua rindo: "corram, ou devoro-os!!!!" O homem então constrói máquinas para agilizar e apressar sua vida. Surgem as grandes indústrias, com seu massacrante processo de reprodução mecânica. Máquinas trabalhando, homens desempregados e, é claro, dinheiro para os grandes empresários - donos das máquinas. Para os governos, ótimo: mais dinheiro para suas "máquinas do Estado". Com toda essa confusão, o Carlitos, coitado, enlouquece. Corre como os outros mortais atrás atras de emprego. Mas existe o outro lado da questão que é aonde onde quero chegar. Como quem tem emprego pode se tornar um desempregado, Carlitos também assume o outro lado da moeda. Estando desempregado chega a roubar para comer. É exatamente como disse alguém que eu não conheço, alguém chamado Villegas Lópes, em uma frase que resume tudo isso: "Em Tempos Modernos não temos mais o drama de Carlitos, mas Carlitos vivendo o nosso drama".
E tem mais, não raras as vezes, o problema do desemprego, acaba colocando em segundo plano, o problema de quem tem um emprego, o qual, meio que "paradoxalmente" (no momento só consigo encontrar essa palavra explicar o quero dizer), transforma a vida do trabalhador num verdadeiro inferno, porque as organizações das empresas ou as políticas de trabalho, mesmo as estatais, só se preocupam em multiplicar a quantidade de seus produtos, a fim de tirar vantagem em tudo, mas não dão a mínima para felicidade de quem os produz!!!!!!!!!!

Eu quero banheira de diva (de graça)!!!!! E maquininha de costura (fôfa, igual a da Leleca)!!! Pra costurar minhas idéias secretas e meus planos e sonhos malucos... afinal de contas, não tem jeito, alguém nessa casa vai ter que trabalhar!


Esta é a maquininha fôfa da Letícia - A Original!


... por falar em sonhos... meu Deus do céu, tenho que dormir!!!

bjo de boa noite e sonhos malucos pra todo mundo!
















terça-feira, 4 de agosto de 2009

Deus é paciência. O contrário, é o diabo.

"(...) Estremeço. como não ter Deus? Com Deus existindo, tudo dá esperança: sempre um milagre é possível, o mundo se resolve. Mas, se não te mDeus, há-de a gente perdidos no vai-vem, e a vida é burra. É o aberto perigo das grandes e pequenas horas, não se podendo facilitar - é todos contra os acasos. Tendo Deus, é menos grave se descuidar um pouquinho, pois no fim dá certo. Mas, se não tem Deus a gente não tem licença de coisa nenhuma! Porque existe dor.


Dor não dói até em criancinhas e bichos, e nos doidos - não dói sem precisar de se ter razão nem conhecimento? E as pessoas não nascem sempre? Ah, medo tenho não é de ver morte, mas de ver nascimento. Medo mistério. O senhor não vê? O que não é Deus, é estado do demônio. Deus existe mesmo quando não há. Mas o demônio não precisa de existir para haver - a gente sabendo que ele não existe, aí é que ele toma conta de tudo. O inferno é um sem-fim que nem não se pode ver. Mas a gente quer céu é porque quer um sem fim: mas um fim com depois dele a gente tudo vendo.

Se eu estou falando às flautas, o senhor me corte. Meu modo é este. Nasci para não ter homem igual eme meus gostos. O que eu invejo é a instrução do senhor... " (Riobaldo em Grande Sertão)